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Desde: 29/01/2015      Publicadas: 30      Atualização: 09/07/2017

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 FEVEREIRO / 2015

  30/03/2016
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Caso Icaro: Padrasto do menino é solto

Caso Icaro: Padrasto do menino é solto
Alois Gebauer, 42 anos, padrasto e suspeito de participação no sumiço do menino Ícaro Alexandre Pereira, de sete anos, foi solto no final da noite de segunda-feira, quando venceu o prazo da prisão concedida pela justiça.
O delegado Rodolfo Farah, da divisão de Investigação Criminal (DIC) de Balneário Camboriú, não pediu que a justiça mantivesse o suspeito preso.
O Igor Silva tentou falar com Alois ontem, mas ele não estava com a esposa, Ariane Pereira, 26. "Ele está na casa da família dele. Agora, eu só quero saber do meu filho", disse Ariane. Alois estaria fora de Balneário Camboriú ontem.
"Espero que a polícia se empenhe. Na hora de apontar o culpado, rapidinho todos souberam mexer o pauzinho, mas agora o suspeito da polícia está solto e o meu filho desaparecido. Cadê o meu filho?", questiona a mãe do pequeno.
A polícia não tem novidades sobre o paradeiro de Ícaro, que está desaparecido desde o dia 9 de fevereiro. No dia do sumiço, ele ficou sozinho em casa, no edifício de número 320 da rua 3450, no centro de Balneário Camboriú, enquanto a mãe Ariane Pereira, 26, e o padrasto estavam no trabalho. Ele teria sumido entre as 15 e 18 horas.
Por três vezes, os policiais fizeram buscas ao corpo do menino junto com o cão farejador Ice, do corpo de Bombeiros de Itajaí, mas nada do corpo do garoto ser encontrado.
O delegado Rodolfo Farah disse que a DIC encerrou a participação na investigação. "A delegacia de Proteção à Criança, Adolescente, Mulher e Idoso (DPCAMI) continua a procura pelo garoto, junto com a delegacia de Pessoas Desaparecidas", explicou o delegado.
Farah falou que todas as diligências solicitadas pela equipe da delegada Ruth Henn foram cumpridas.
Laudos
O delegado disse que o aguardado laudo da perícia feita nos carros e no apartamento da família não explicarão o paradeiro do menino. "A perícia só estabelece se houve violência ou não e se há a possibilidade desse garoto ter sido morto em casa, mas não define a autoria do crime", completa.
O delegado afirma que Alois continua sendo o principal suspeito do desaparecimento, mas a DIC só voltará a investigar se surgirem novos indícios. "Ele continua sendo o suspeito, mas não temos provas para apontá-lo como responsável", completou.
O Igor Silva tentou conversar com a delegada Ruth Henn, mas ela não foi localizada na delegacia.
  Autor:   IGOR SILVA


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